A Airfluencers preza pelo bem estar de seus cliente e funcionários!

Por conta do novo Coronavirus, a empresa toda fará home office de 16/03 a 20/03. Mas não é por isso que deixaremos de atendê-los da mesma forma de sempre!

Pedimos somente que, caso tenha alguma dúvida ou problema, nos contate pelo chat da plataforma (balãozinho rosa à direita da janela), site, e-mail, ou via direct de nossas redes.

Por Victoria Golfetti

Em 26 de May de 2021

O BBB 21 foi um sucesso inquestionável! Segundo a revista EXAME, a edição quebrou recordes de audiência em relação aos anos anteriores. De acordo com a Rede Globo, a temporada quebrou duas vezes o recorde de maior número de votos por minuto em toda a história do reality, com 3,6 milhões e 2,9 milhões de votos por minuto. 

Nas redes sociais, o BBB 21 teve aumento de desempenho no Twitter, de acordo com dados da Socialbakers, Elife e Gnip. Entre 25 de janeiro e 27 de abril, foram 4.557.360 usuários falando sobre o programa, que publicaram mais de 172,4 milhões de tweets espontâneos sobre o reality show – número 16% maior do que o registrado pelo BBB20 no mesmo período.

 

Tendo em vista esse cenário, não podemos deixar de nos perguntar o que as marcas puderam aprender com o BBB 21, dada a sua enorme popularidade.

 

Sabemos que o reality foi patrocinado por diversas empresas, como Avon, Samsung, Lojas Americanas, Picpay, dentre outras. Nesse sentido, acreditamos que as marcas alcançaram seu objetivo, seja ele de lembrança ou vendas, já que o BBB 21 é o programa de TV mais comentado do planeta. 

No entanto, cabe ressaltar que, quando comparamos as menções de marca às menções dos participantes, vemos que as marcas são bem menos lembradas no processo de transmídia. Como exemplo positivo, temos a Avon, que foi a marca mais comentada e que mais comentou o BBB deste ano.

Hoje se sabe a importância da humanização das marcas no mercado. Por essa razão, importa salientar os movimentos dos patrocinadores do programa nesse intuito; após os problemas que aconteceram nas primeiras semanas do reality, o público pediu a intervenção das marcas e a Amstel e a Avon se posicionaram.

A Avon criou a Live, em seu Instagram, AConversaTáON, e trouxe Lucas Penteado para ser entrevistado pela Astrid Fontenelle, mostrando que a empatia e a conversa são mais do que necessários em momentos de desentendimentos. Nesse sentido, a Avon foi a marca que criou mais relevância, discutindo assuntos como o racismo. 

Além dessa, temos também a Amstel. A marca fez uma dinâmica com os brothers sobre respeito e empatia, numa tentativa de fazer com que eles pensassem a respeito do que estava acontecendo na casa.

Esses movimentos representam o propósito dessas duas marcas no processo de humanização e na relação com as pessoas que assistem ao programa, afinal, entrar nas conversas e promover ações é um ponto importante para gerar maior engajamento e sensação de proximidade com o público. 

Também vale notabilizar que praticamente todos os produtos mostrados no BBB 21 geraram desejo de compra. De hambúrgueres a cozinhas planejadas, as pessoas desejaram o que era apresentado no programa. Juliette, foi a que mais gerou esse tipo de ação mencionando o ovo de Páscoa da Lacta: sua menção ao produto resultou no esgotamento do mesmo nas lojas. Outro exemplo representativo foi o celular da Samsung, mostrado na prova do líder cujo a vencedora do reality ganhou, e que esgotou nas lojas mesmo com preços acima de 6 mil reais.

Basta que um participante do programa interaja com determinado produto para que o desejo de compra seja gerado. Teve até mesmo gente que pediu rabada no Ifood por causa do reality!!

No entanto, é importante evidenciar que todos os impulsos de compra gerados pelo BBB 21 são impulsos emocionais,  já que as marcas estão num programa de entretenimento onde o que as pessoas querem ver é o desenrolar das situações entre os participantes.

Deste modo, acreditamos que, em relação ao programa, a estratégia das marcas não seja a de fidelização de clientes, mas sim de estimular a lembrança, como foi o caso da Organnact e Above, e gerar o aumento de vendas, como no caso da Americanas, McDonald’s,  Avon e C&A. 

A fidelização, por sua vez, acaba sendo resultado das estratégias empregadas na propaganda, como foi o caso da PicPay e da Americanas, que “obrigam” as pessoas que queiram conhecer as ofertas a baixar o App da marca.

 

Por fim, podemos também nos perguntar o que os influenciadores puderam aprender com as marcas no Big Brother Brasil.

 

Acreditamos que os pontos mais importantes a serem levados em conta em todo esse processo de aprendizagem é, novamente e em primeiro lugar, a humanização, seguida da pertinência da mensagem a ser transmitida e a importância de entender as necessidades e anseios da audiência. 

Um fenômeno muito interessante que aconteceu nesta edição do BBB foi o surgimento de influenciadores que ganharam fama por acompanhar e discutir o programa, dentre eles podemos destacar: @tiama, @silveropereira, @edgama e @luciosincero.

No caso dos participantes do programa, que por consequência se tornaram influenciadores, evidenciamos o contrato firmado entre Gil do Vigor e a C&A. O ex-brother foi contratado para continuar a ser influenciador da marca.

Quanto aos personagens mais queridos do BBB, ao que parece, terão fôlego para levar mensagens publicitárias adiante. Acreditamos que Juliette fechará contrato com a Avon, e, se assim for, as vendas continuarão crescendo.

 

Esse é o resultado de mais um estudo da nossa equipe do AirInsights!

Se você quiser uma pesquisa personalisada para as necessidades da sua marca, clique AQUI e faça um orçamento hoje mesmo!