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Por Airfluencers

Em 09 de June de 2022

Influenciadores Indígenas utilizam das redes sociais para quebrar estereótipos!

Sabemos que existem cerca de 256 povos indígenas no Brasil, cada um com seus costumes, idioma e crenças. Embora essas pessoas façam parte dos povos originários, a maioria dos brasileiros não os conhece, ou, tem um pensamento já pré-formado sobre essas pessoas, refletindo o pensamento social. Para mudar esse cenário, diversos influenciadores indígenas estão presentes para falar de seu cotidiano e do povo que fazem parte.

 

 

Já era de se imaginar que com o grande avanço de nichos da internet, e das mobilizações nas redes sociais, influenciadores que fazem parte dessas comunidades, e desses núcleos utilizassem da própria internet para quebrar paradigmas e restabelecer determinados estereótipos que são feitos acerca de seus costumes e da cultura dos povos.

Durante a pandemia de Covid-19 muitos desses influenciadores utilizaram das suas redes também para retratar o que ocorria nas comunidades, e como, de forma orgânica, poderiam debater e dar visibilidade para o assunto e a situação naquele momento.

Uma das conquistas que essa visibilidade trouxe é a queda do termo “índio” para se falar sobre esses povos. Os influenciadores explicam que a palavra é inadequada e carrega preconceitos tidos desde a época da colonização.

Um desses grandes perfis é mantido por Daiara Tukano, que vê nas comunidades e nas redes sociais uma possibilidade de dissipar a ignorância envolvendo os povos indígenas, e tornar os espaços mais representativos. Ela é integrante do povo Tukano, e conta com 59 mil seguidores na sua rede do Instagram, além de um perfil verificado pelo mesmo.

Ela também completa o pensamento sobre: “A ignorância sobre a nossa cultura ainda é sistêmica, estrutural e incentivada. A gente vive em um país extremamente racista e preconceituoso com os povos indígenas. Não existe representatividade de artistas, pensadores, personas públicas, a não ser quando você tem algum destaque político, como a Sônia Guajajara.”

E não apenas sobre as suas situações ao redor da pandemia esses influenciadores estão debatendo, mas também em relação a diversidade e gênero. O coletivo Tibira encabeça um perfil com 31 mil seguidores, onde trazem questões poucos discutidas da comunidade indígena LGBTQIAP+

A ideia do coletivo é explorar temáticas que envolvem afeto, desejo e performance de gênero, na realidade indígena.

 

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FONTE: https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/comportamento/influenciadores-indigenas-usam-redes-para-mudar-visoes-preconceituosas