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Por Airfluencers

Em 14 de July de 2022

Feeds de TikTok e Kwai já indicam a polarização eleitoral de 2022!

Que o TikTok tem cada diz mais ganhado espaço, e se tornado o aplicativo mais baixado no Brasil – junto com o Kwai – em 2021, não é uma novidade, mas sim, que a rede social de vídeos curtos, e conteúdos rápidos, vem ganhando força em um espaço de viés político: as eleições de 2022.

Quando tratamos sobre uma vida online e offline, torna-se completamente impossível separar as opiniões que temos dentro e fora das telas de nossos celulares e computadores, por conta dessa extensão de realidades, corridas eleitorais e campanhas de conscientização sobre o título de eleitor tem ganhado força em um momento que pontuar a sua posição se torna crucial.

Chegando ao Brasil em 2014, e se popularizando quando alterou o seu nome, o TikTok recebe atualmente uma onda de criadores de conteúdo das mais variadas vertentes e formas de comunicação, e um dos reflexos desses fatores é a popularização dos nichos políticos.

Os próprios usuários que consomem e criam para a plataforma dividem os seus conteúdos políticos com hashtags específicas para cada nicho, fazendo com que se você está procurando uma vertente dentro do assunto, consiga encontrar de maneira mais fácil, e direta.

Estudiosos do ramo de Redes Sociais e Influência explicam que, por mais que os vídeos sejam curtos e remetam a certo tipo de superficialidade nas explicações, é importante fomentar o debate, visto que, até mesmo em campanhas televisionadas o tempo de cada vertente política é limitado.

Tratando-se sobre as Fake News, a própria rede social do TikTok deixa claro que: “proíbe a desinformação eleitoral e trabalha com organizações que ajudam a identificar e avaliar o conteúdo que viola as Diretrizes da Comunidade.”

Outra questão que podemos avaliar quando falamos de cunho político nas redes sociais seria que, os próprios influenciadores digitais não podem fazer campanhas eleitorais, ou publipost em relação a um partido político, já que isso configura propaganda eleitoral e é vedado pela legislação tal ato.

Mesmo com o avanço das Diretrizes nas redes sociais, a linha tênue entre o que pode ou não ser falado sobre o assunto divide opiniões:“Se as plataformas começarem a definir o que pode e o que não pode falar sobre política, pode ser que a gente tenha um problema nesse sentido.” Explica Issaaf Karhawi, estudiosa de influência digitais.

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